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A quem interessar possa
Evoééééééé!!!!!!! Escrito por Dyl Pires às 16h03
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trecho da performance medea-louca que ocorre em Nós, o fragmento que nos resta da Cia. Nós 5 de Teatro François Villon Josef Fritzl Flávia Hann Tainá de Campos Hamlet Elk Alves Édipo Pedro Henrique Renato Ventura Mate mate para não estranhar a cria
Raskólnikov karamazov Suzane Richthofen Isabela Nardoni Elektra Freud matou a familia e foi ao cinema Mate mate para não estranhar a cria Escrito por Dyl Pires às 14h07
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Nauro Machado/ Noite estrelada Boa noite foi aquela que Van Gogh desejou para si mesmo ao final de tudo como se a fizesse na primeira paz do último perdão Escrito por Dyl Pires às 16h25
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Poeminha para maria eduarda trêmulo peixe imaginário inventando o mar nas mãos de maria eduarda
a infância escorrendo como voz de todas as coisas
os cabelos acompanhando a pouca idade lembram parques de diversões onde o vento peralta empina cambalhotas
a assinatura de um prazer infantil aterrisa como um sol de brinquedo Escrito por Dyl Pires às 12h55
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DIA 1 DE JULHO
Nós o Fragmento que nos Resta- AEDEM Cia Nós 5 de Teatro aguardem!!! Escrito por Dyl Pires às 10h03
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arte: natália dione Recebi email de confirmação da Editora Ética me comunicando a publicação para este ano do livro A Menina de Pé Trocado. Vamos aguardar!!! Escrito por Dyl Pires às 17h19
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Sonho
estava deitado no sofá da antiga casa ela surgiu da porta da cozinha caminhou para sala deitou-se ao meu lado trazia nas mãos um livro do Camus sabia das minhas predileções disse que iria passar um filme sobre a obra na tv balbuciei-lhe algo um cheiro de limpo desmanchava-se dos seus cabelos das axilas do corpo não me contive mencionei que a saudade era uma sombra de fundeza e repentinamente perguntei para onde tinham ido todos os pertencimentos liberdades carícias que ousamos construir ela falou-me baixinho estão lá estão todos lá no Casandeagonhomiti Escrito por Dyl Pires às 13h35
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Escrito por Dyl Pires às 17h11
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nos últimos quinhentos e vinte e oito dias bebi sozinho duzenta e seis vezes. o lugar do desejo nunca fora tão mal frequentado. experimente viver isso numa ilha, e me responda: quem te aquece nos inquietos dias em que nenhum diálogo é possível com o entorno? Escrito por Dyl Pires às 17h04
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Tema da XXVII Bienal de São Paulo e m 2006 Como viver junto Escrito por Dyl Pires às 16h38
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O espólio das inúteis coisas de um poeta: 1. uma caixa de palavras 2. uma flor imaginária manca 3. um gato invisível que ronrona sob a pele 4. uma cadeira vazia numa estrada deserta 5. um eterno brinquedo quebrado 6. um iô-iô de vento 7. uma sombra de lata 8. rodas e pregos tristes 9. um menino triste que parecia um guarda chuva 10. um calendário de datas invisíveis. 11. sapatos de palhaço cuja alegria não tem janela. Escrito por Dyl Pires às 09h53
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A mãe tem anotado num caderno um verso de Jorge Luís Borges. Diz ser sua a escritura que une em uma única linha morte e festa. Nunca suspeitara da existência do bardo dos labirintos, Shakespeare, espelhos, neblina. E como se não bastasse a solicitação de um mesmo ritual para quando do uso das duas mais altas máscaras de partida e chegada, a mãe também está ficando cega. Os móveis da infância há muito não estão no lugar. A memória não os organiza mais como lembrança. A presença esculpida como um cemitério de gestos e o olho que começa a mancar na escuridão são os dois últimos legados de uma estrada comprida, vista da janela pelo filho, cujo silêncio é um ensaio para outra morte.
Escrito por Dyl Pires às 17h15
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Visto da janela do Circular 1 na Ponte do São Francisco
o mar está à minha frente com seu imenso pescoço agitado
temo em pensar que não saberei mais contemplá-lo com os olhos de quem erra como se dentes fossem as artérias do mistério Escrito por Dyl Pires às 11h49
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... que longo caminho. longo. como o longo silêncio dos que desenharam a fundeza de coisas íntimas. e que por tão longo faz o outro duvidar. logo ele. que compõe a imagem deste longo silêncio sem nem sequer suspeitar. triste permanecerei intacto. até que me advinhe no que valha o silêncio. ou morra para sempre o que já se anuncia fantasmagórico. Escrito por Dyl Pires às 11h15
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enfim o bode veio. desde aquele dia no sitio. o sacrificio da origem. o canto sacrifical. o ancestral berrando na carne. foi ontem, 6 de junho. sábado. o espetáculo começou ali. com público e tudo. ave dionisio. ave baco. evoééé!!! Escrito por Dyl Pires às 10h09
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